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3 coisas que as empresas fazem no Facebook que NÃO dão nada certo e como fazer diferente

Estamos na era do conteúdo. O jeito de vender mudou, o jeito de anunciar mudou e o sucesso só é atingido a partir do momento em que entendemos que precisamos acompanhar essa mudança e esse novo momento, que, enquanto você lia esta linha, já mudou de novo. E de novo. Pensando nisso, listamos alguns dos erros mais comuns que vêm sendo cometidos pelas empresas por aí.
Vamos aprender com eles, ok? Atenção para o que NÃO fazer! 🙂

 

1: AGIR NA ERA DA INTERNET PENSANDO COM A CABEÇA ANALÓGICA

facebook twitter social media
A cabeça analógica pensa coisas como ”OLHE PARA CÁ!”, “COMPRE AGORA”. Isto é, enfiar goela abaixo o produto ou serviços da empresa para o público. O consumidor amadureceu e isso definitivamente, não funciona mais. É preciso parar de tentar usar aquilo que dava certo na propaganda tradicional, para o digital.
Antes, o consumidor era um alvo pacífico, hoje ele é o produtor da informação e/ou consegue consumir o que quiser. Tudo a um clique. Ele não fica mais sentado em frente à TV à espera de determinado filme, ele entra na Netflix e assiste o que quiser, onde quiser e quando quiser. E se a Netflix der algum pau ou ele não gostar do filme, certamente, vai fazer um post falando sobre isso para o mundo inteiro. Em questão de segundos, pelo menos cinco pessoas vão ver. Entende que o poder está em suas mãos? O consumidor não é um alvo da mídia. ELE É A MÍDIA! Nas redes sociais, ele tem o poder de falar muito bem da sua empresa ou de detoná-la.
Cada ”local” possui suas particularidades e adaptações. Já imaginou que estranho ou quanto menos ”efetivo” seria, fazer feijão na frigideira de fritar ovos?
Estamos na era do conteúdo e precisamos produzir para ela.

2: FALAR PARA QUALQUER UM

hashtag fomo
É preciso definir um ”avatar”, criar uma persona. Isto é, precisamos imaginar quem é o seu público exatamente e produzir para ele. Falar para todo mundo no Facebook pode dar o mesmo trabalho do que falar para um publico específico e o resultado é infinitamente pior. Para acertar, você precisa conhecer os sonhos, as dores e o que o seu público mais gosta de fazer.

Vamos imaginar que você tem um restaurante de massas (Don Giovani) de preço alto. Que tipo de publicações os seus clientes fieis costumam ler? Quais são os lugares que ele frequenta aos domingos? Qual é a sua idade e classe social? Com essas e outras respostas, criamos o José Augusto, de 57 anos, descendência italiana, engenheiro prestes a se aposentar, casado e com duas filhas. José é apaixonado por massas, vinhos e queijo. Sempre que possível, leva a família jantar e aprecia esse momento. A maior dificuldade de José é convencer a filha mais nova, de 10 anos, a ir junto. Ela acha um saco esse tipo de programa.
Bom, imagine como José Augusto ficaria feliz em saber que o Don Giovani criou uma área de entretenimento para crianças e adolescentes? Através do Facebook, podemos criar um post falando sobre isso que certamente, fará com que o José Augusto mostre para sua filha e vá até o seu restaurante. Na verdade, podemos pensar em diversos posts e campanhas usando essas informações. Para o jovem Felipe, de 23 anos, solteiro, sem filhos e que odeia massas, isso não é relevante. Não precisamos produzir para ele neste momento. Percebe como ficou mais fácil e assertivo? É assim que conseguimos criar conteúdo relevante para o seu público com muito mais facilidade.

3: VENDER, VENDER, VENDER E SÓ VENDER

money free money
Precisamos entender que o conteúdo é a moeda do século XXI. Fazer posts só de vendas e obrigar as pessoas a virem algo que elas não estão a fim, não vai te dar nenhum resultado. Não dá mais para fazer campanhas de ”Compre aqui porque aqui é legal”. Precisamos mostrar como funciona, educar, dar dicas e levar informação relevante ao seu público-alvo. Sabe aquilo que você gosta de ver em seu Facebook? Pois então, esse é o tipo de conteúdo que muitas empresas (das quais você é o público) podem produzir para te chamar atenção. E assim como você, todo mundo. Cada um gostando e compartilhando uma coisa. E o nosso trabalho é descobrir o que cabe melhor para qual consumidor.
A venda é consequência. Depois de um processo de confiança, credibilidade e autoridade, tudo fica mais fácil. O conteúdo é o instrumento de relacionamento com os clientes. Percebe? Se ponha no lugar de quem consome e reflita. Chega de esfregar na cara, é hora de ensinar!

Se a sua empresa pratica alguma das coisas a cima, é hora de parar. E para me despedir, vou citar David Meerman Scott: “Você vende muito mais quando para de empurrar a venda. Esteja preparado para lidar com clientes que sabem comprar.”

Até a próxima!

Silvana Carias 😉 

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