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4 cases de comunicação e marketing

Ok, vou ser narcisista agora e falar das minhas experiências como social media e assessoria. Não, não se preocupe, roupa suja não será lavada aqui, apenas serão casos que você poderá aprender e quem sabe aplicar – ou não – na sua empresa ou negócio. Será divertido. Enfim, pegue a pipoca, ajeite o óculos – “ninguém sai”, tive que mencionar – e vamos rir um pouco. stoptalkingtomeaboutyourlife Assessoria também faz escalação de elenco Sempre vai ter na empresa pessoas que sabem falar diante das câmeras e outras que tem dificuldade em se expressar, mesmo sendo com tarefas que executa todos os dias. Eu tinha uma demanda com uma rádio para uma responsável por um departamento do meu local de trabalho. Mas, embora ela fosse competente, a funcionária travava quando uma lente ou um microfone a encarava. Tentamos o media training, ensaios e formas de relaxar a entrevistada. Mas, todas as vezes que começávamos a preparar a entre…a entre…a entrevi… isso mesmo, gaguejo. A solução foi pedir para ela escrever as suas respostas como um roteiro e falar na rádio como se estivesse numa peça, explicando tudo pausadamente e fazendo com que ela não ficasse nervosa. E, acredite: Ela deu conta. Kent_entrevista_a_homer Me dá IBAGENS, me dá IBAGENS! Em uma das agências que trabalhei, tive que cuidar de um cliente, que possuía uma grande loja do ramo de enxovais que queria ter um site para divulgar seus produtos. Até aí tudo bem…mas ele só queria texto. Isso mesmo. Apenas texto no site. Como lidar? A história da criação da loja, da produção, da distribuição, do treinamento dos funcionários, das formas de pagamento, entre outros assuntos, precisavam estar no site a qualquer custo, e o restante esquecido. Por isso que é importante ter pão de queijo e suco de laranja guardado na gaveta quando temos situações como essa. A importância do diálogo entre o cliente e a agência é o item mais importante do processo. Talvez eles não saibam o que querem ou focam em apenas uma área do serviço, priorizam uma vontade e acabam esquecendo de itens comerciais, visuais e outras áreas que cabem ao profissional lembrar, negociar e executar. E quem disse que trabalhamos em um site “enciclopédia”? Fizemos um bom trabalho com todas as fotos que tivemos da loja. Barraco no parque Eu tinha uma pauta com uma emissora de TV ao meio dia num parque da cidade. A entrevistada estava acostumada em dar entrevistas, então, tudo parecia tranquilo. A repórter repassava as perguntas e estávamos esperando o sinal do VIVO, ou seja, a hora de falar para as câmeras. Tudo na paz… Até que… Tinha um grupo de pessoas atrás de nós conversando entre si e olhando para a repórter. Lentamente eles se aproximaram, mas não fizeram contato conosco. Foi só a jornalista levantar o microfone e ameaçar a falar que o grupo se rebelou e erguendo placas, gritos e apitos, protestavam furiosamente olhando para a câmera, fazendo reivindicações. A repórter tentou dialogar com o grupo, sem sucesso. E como faz? Entrevista remarcada dentro da empresa, a TV furiosa com o grupo e uma lição de vida: sempre preste atenção no local da pauta e os acontecimentos ao redor dela ou da cidade. Uma excelente ação Tinha uma matéria pra fazer em uma escola num bairro afastado da zona sul. Eu e fotógrafo estávamos repassando esquema de fotos e da entrevista para fazer uma boa pauta pro jornal. A entrevista era com uma garotinha que escreveu um livro e foi publicado pela Lei de cultura do município. Quando cheguei lá, era muito mais do que isso. A aluna possuía paralisia cerebral e estudava numa sala de aprendizagem separada, com uma professora disponível. O livro foi idealizado por ela com a ajuda da discente e de uma turma de alunos que ajudaram com ilustrações. A  escola indicou o projeto e acabou sendo apoiado pela prefeitura.  Mesmo com dificuldades para fala, Carolina e eu ficamos sentados durante uma hora conversando sobre o seu empenho com a literatura e o seu sonho de conhecer o Canadá. Depois entrevistei a professora e a mãe da escritora, que, segurando as lágrimas disse que Carolina era o maior presente que tinha ganho. Conheci a escola, a direção, a rotina dos alunos, cujo “recreio” era uma espécie de musical. A instituição tinha diversos projetos oriundos do “Mais Educação” voltados para música, dança, graffiti e teatro. Saí de lá emocionado e em concordância com o fotógrafo, embasbacado com a atitude dela e do seu empenho. É aquele momento que você pensa em fechar a boca quando reclama de pequenas situações ruins e começa a agir. E era isso que eu tinha que fazer. Você acha que rendeu apenas uma matéria de jornal? O dia do lançamento do livro, realizado num museu foi uma festa, e tava difícil até de entrar no lugar. Claro, ela estava em todos os jornais possíveis entre impresso, web e TV. Ela merecia aquilo. A cidade precisava conhecer a história dela. Fila – A melhor sensação do mundo anigif_enhanced-4667-1399145447-1 Peguei assessoria de um musical. O projeto estava começando, os atores pouco conhecidos na região e tínhamos uma competição, cujo prêmio era em dinheiro e poderia ajudar a firmar o trabalho deles. Roteiro de filme? Quase, rs.  Fizemos todo um trabalho de divulgação em jornais, TVs, rádio, entrevistas, uso massivo da Fan Page, mostra dos bastidores, produção de conteúdo e até panfletagem. E na hora da estreia? Quase brigaram comigo por entrar no centro cultural achando que eu estava furando a fila, que começava do lado de fora do local. Que alegria. E o festival? Ganhamos o prêmio Destaque da noite.     Bom, você pode ter achado legal ou chato ler cases assim, ou até bem narcisista. Mas, foi uma forma descontraída de passar conhecimento, seja em qual projeto você emcabeça ou faz parte e tentar aprender com isso. E se tiver alguma dúvida ou sugestão, me chama no inbox, vamos conversar sobre nossas experiências. Ou, como diz a Jout Jout, manda um emailzinho. anigif_enhanced-8116-1431383565-6

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