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WhatsApp Business: o que a versão pode fazer por sua empresa

Após diversos testes desde o ano passado, o WhatsApp Business finalmente foi oficialmente lançado aqui no Brasil! A versão para negócios foi divulgada no blog oficial do aplicativo, com a promessa de melhorar ainda mais a experiência do usuário.  

Isso acontece porque pequenas empresas viram no aplicativo uma oportunidade de contato direto com os consumidores, de forma mais rápida e, de certa maneira, mais próxima. Cerca de 87% das pequenas e médias empresas usam o WhatsApp para se comunicarem com os clientes, e 81% acreditam que o aplicativo ajuda no crescimento dos negócios.  

Para facilitar essa experiência, tanto da empresa quanto do consumidor, foi criada a versão Business. Dessa forma, o usuário pode separar as mensagens pessoais e comerciais, por exemplo. 

Além disso, a versão oferece outras possibilidades a você, proprietário, como: 

  • Perfil empresarial: você consegue preencher o perfil com informações úteis para os clientes, como descrição comercial, e-mail, endereço e site; 
  • Ferramentas de mensagens: é possível otimizar o tempo através das mensagens inteligentes (respostas rápidas de dúvidas frequentes, mensagens de saudação e mensagens de ausência); 
  • Estatísticas de mensagens: o aplicativo permite que você analise as métricas das mensagens enviadas, como quantas foram lidas, por exemplo; 
  • WhatsApp Web: a versão também está disponível para Web, para facilitar ainda mais seu acesso; 
  • Tipo de conta: os usuários saberão que você é uma empresa, pois seu perfil será listado como conta comercial.   

Por enquanto o aplicativo está disponível gratuitamente apenas para Android, mas Anne Yeh, gerente de comunicação do WhatsApp, ressalta que no futuro pretendem cobrar as empresas pelas funcionalidades adicionais. 

Por isso aproveite a versão enquanto ainda é gratuita, mas não se esqueça de planejar primeiro. Veja se seu público se identifica com esse tipo de plataforma, estabeleça a linguagem, a abordagem, o que poderá ou não ser dito, qual a descrição da empresa, quais serão as mensagens automáticas, quem serão os responsáveis pelas respostas, com qual frequência e etc. Faça um período de teste no dia a dia, pois é na prática que é possível identificar o que pode ou não ser melhorado e como os clientes reagiram às mudanças.  

Se organize para que o aplicativo se torne uma ferramenta de melhorarias, tanto para sua empresa quanto para seus clientes! 😉

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A influência da internet nos negócios do futuro

Graças à influência da internet, o mundo empresarial tem passado por uma verdadeira revolução nos últimos anos. A forma de buscar, armazenar e utilizar informações se alterou profundamente e isso provocou impactos sobre toda a cadeia produtiva como a conhecemos.

No entanto, é fato que essa é uma questão dinâmica e não se encontra nem próxima da estabilização. Diversos avanços tecnológicos estão em andamento e todos eles se baseiam em formas otimizadas de aplicação da internet. Vejamos como isso influencia a gestão de negócios (e a maneira pela qual os gestores podem estar preparados para isso).

A indústria 4.0

Para entender a influência potencial da internet sobre as empresas nos próximos anos, precisamos nos concentrar em um termo que se encontra em alta: Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial. Trata-se de um conceito que representa modificações produtivas por meio de inovações tecnológicas no campo da automação de processos.

Trata-se de uma das principais modificações da história da administração, uma vez que quebra uma série de paradigmas e propõe um caminho gerencial fundamentado no uso de recursos considerados secundários no passado.

A ideia consiste em aplicar princípios e conceitos que criem sistemas produtivos baseados nos seguintes aspectos:

  • Análise de dados e aplicação de informações em tempo real. A ideia é que haja coleta, tratamento, avaliação e adaptação do funcionamento processual, durante a operação da cadeia;
  • Sistemas orientados a serviços;
  • Processo produtivo estruturado por módulos, permitindo a adaptação a demandas específicas;
  • Tomada de decisões descentralizada, baseada no processamento de informações pelos diversos componentes do sistema;
  • Virtualização, que consiste na ideia da construção de uma interface virtual que funcione como réplica da estrutura física;
  • Sistemas interoperáveis, baseados na comunicação ininterrupta entre componentes, por meio da internet das coisas.

O papel da internet na indústria 4.0

Todos os conceitos aqui apresentados dependem intrinsecamente de um fator: integração da comunicação empresarial. As várias possibilidades apresentadas se baseiam em processos ágeis e eficientes de interligação dos componentes sistêmicos, e é aí que a internet se torna essencial.

Ela deixa de ser um suporte produtivo e passa a ser um componente que permeia os elementos empresariais para garantir que eles funcionem de forma integrada. Isso significa que a função empresarial já não faz sentido isoladamente e o foco está na ideia do funcionamento sistêmico das operações.

Suas vendas, seu controle de estoque, controle financeiro  e todas as demais atividades, só são consistentemente desenvolvidas quando se orientam a um contexto mais amplo. E para tanto, precisam receber entradas e transmitir saídas que transitam graças à internet.

Como se preparar para a transição

É importante perceber que as mudanças descritas não vão acontecer naturalmente. Você precisa preparar sua empresa para explorar a influência crescente da internet. Mas, ainda que aparente ser, não se trata de nenhum bicho de sete cabeças!

Um fato perceptível é que muitos recursos disponíveis na atualidade já correspondem a grande parte do modelo padrão proposto pela Indústria 4.0. Um dos principais exemplos são os sistemas de gestão ERP.

Essas ferramentas são especialmente projetadas para integrar as áreas dos negócios e criar sinergia nas atuações funcionais. Trata-se da forma mais básica da interface virtual citada no tópico anterior e consiste em um caminho consistente para suportar as operações e a tomada de decisões organizacionais.

Diversos outros exemplos já se encontram disponíveis no mercado e podem oferecer boa parte dessa proposta, que promete revolucionar mais uma vez nossa maneira de criar valor.

O espectro de influência da indústria 4.0

Os conceitos aqui apresentados podem soar genéricos em um primeiro momento, mas é importante ter a consciência de que todos eles são aplicáveis a qualquer segmento de atuação. Indo mais longe, todos são adaptáveis a negócios de qualquer porte e em qualquer lugar.

Não adianta tentar fugir da ideia de modernização. Ela não é um diferencial, mas um requisito competitivo para os próximos anos. Sua empresa tem duas opções: abraçar a mudança e lucrar no processo ou resistir a ela e fracassar.

Invista de forma consciente na ampliação do uso da tecnologia em sua organização e mantenha-se ligado às novidades que podem aprimorar seu processo de gestão. Se você espera ter um negócio que sobreviva ao futuro, é importante entender que você precisará construí-lo.

 Gabriela Vitória – Analista de Marketing do GestãoClick 

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Marketing digital no Instagram: boas práticas de sucesso

Quando o assunto é marketing digital em redes sociais, o primeiro pensamento é: Facebook. Mas esta não é a única mídia que tem potencial para os negócios, principalmente os de grande porte! O Instagram vem conquistando cada vez mais espaço na internet, com mais de 800 milhões de usuários ao redor do mundo.

Mas é importante lembrar que a escolha da rede social depende muito do tipo de público que sua empresa tem para que funcione de forma coerente. Para saber se o Instagram faz sentido para seu negócio, aqui estão alguns dados da rede:

· Brasil é o segundo país com mais usuários (fonte: Social Media Trends 2018);

· Dos usuários do Instagram 53% são mulheres e 47% são homens;

· 67% estão entre 18 e 34 anos;

· São mais de 100 milhões de posts por dia;

· O número de curtidas diárias é 4,2 bilhões;

· 32% de toda a internet está no Instagram;

· Cerca de 49% das marcas usam Instagram;

· 80% dos usuários seguem uma marca;

· O engajamento do Instagram é 45% maior do que no Facebook e 40% maior do que no Twitter (fonte: Yopto);

· 77% das pessoas são convencidas por fotos de usuários ao invés de fotos profissionais (fonte: Yopto).

Agora analise se o perfil do seu público se encaixa com a proposta do Instagram. Se a resposta for sim, bom, é hora de investir! Mas como fazer um bom marketing digital no Instagram?

marketing digital business-instagram

Primeiro é fundamental que você saiba que existe o Instagram for business, que é uma versão da rede voltada para o perfil corporativo. Nela é possível obter métricas em tempo real sobre o desempenho de tudo que você posta ao longo do dia.

Você consegue, também, obter informações sobre seus seguidores e como eles interagem com seu perfil.

É fundamental que seu perfil seja bem feito e completo, contendo:

· Nome;

· Foto de perfil de alta qualidade, de preferência sua logo;

· Uma descrição curta e objetiva;

· Link para seu site.

Mas isso não é o suficiente, é preciso seguir algumas boas práticas para que o marketing digital no seu Instagram seja um sucesso:

1. Use as # a seu favor

As hashtags são palavras-chave com hiperlink, usadas para categorizar o conteúdo publicado para que ele seja encontrado mais facilmente. Além de usar as hashtags com palavras relacionadas ao seu negócio, é interessante criar uma personalizada da sua empresa. Dessa forma, você acaba criando uma comunidade dos seus consumidores que usam aquela hashtag e desperta a curiosidade de outros usuários que entram nela para ver do que se trata.

Dica: crie palavras pequenas, fáceis de digitar, de preferência com o nome da marca.

O perfil da Rock Content usa as hashtags pensando no público e nas palavras-chave de forma sutil e estratégica, sempre nos comentários, olha só:

marketing digital instagram - Rock Content @rockcontent • Fotos e vídeos do Instagram

2. Defina seus objetivos

Assim como qualquer ação dentro da sua empresa, é preciso ter os objetivos bem definidos para saber que ações tomar. Por isso, o que você pretende com seu perfil no Instagram?

Sua marca vai vender pelo instagram ou o foco não é a venda direta e sim o relacionamento e aumento de visibilidade e autoridade?

Dessa forma, você postará conteúdos que convergem com a cultura da sua empresa que, ao mesmo tempo, conversam com sua persona.

3. Defina seu estilo

Faça postagens que conversem com a cultura da empresa e, principalmente, com a identidade visual da marca. Respeite as cores, faça as imagens conversarem entre e si e, principalmente, cuidado para que o feed não fique muito poluído.

Um exemplo bem legal de perfil é o da Heinz Brasil, que usa o shape da logo em todas as postagens, de diversas maneiras:

marketing digital instagram heinz brasil

4. Intercale fotos divertidas com as fotos do seu negócio

O Instagram é uma rede social essencial para momentos divertidos e leves, ajuda a humanizar sua empresa e criar uma proximidade e interação maiores com o público. Mas lembre-se: não exagere, mantenha sempre o profissionalismo.

O perfil campeão nesse quesito é o da Netflix Brasil, que tem uma equipe de mídia fantástica por trás de todas as produções de conteúdo digital, olha só:

marketing digital instagram Netflix Brasil @netflixbrasil • Fotos e vídeos do Instagram

5. Defina sua imagem

Caso sua empresa não tenha produtos, apenas serviços, não se desespere ao achar que não pode criar um perfil no Instagram. Pelo contrário, crie conteúdos informativos e fotos do dia a dia da empresa, de palestras e reuniões, vídeos com teaser de conteúdos e etc.

Aqui na Kryp a gente fez uma série de Stories sobre as obras de fim de ano e tiramos algumas fotos, em meio aos conteúdos publicados, olha só:

marketing digital instagram kryptonita comunicação campinas

6. Faça um planejamento de postagens

Você precisa ter em mente que, assim como as outras redes, o Instagram não é apenas uma social media. É um canal de divulgação que precisa ser atualizado constantemente, para manter o interesse e a interação dos seguidores. Para se organizar, tenha um calendário de postagens, com pautas pré-definidas, mas tenha um espaço para posts espontâneos e temporais sobre alguma novidade, por exemplo.

Com o tempo você vai percebendo qual horário seus seguidores acessam mais, qual tipo de postagem funciona melhor para ele, se prefere vídeo ou foto e etc. Por isso é importante ir testando até chegar à perfeição.

7. Use o Instagram Stories como estratégia de marketing

O Stories são postagens que ficam disponíveis no topo da página, por 24 horas e depois somem. Podem ser enviadas por mensagem direta, também, no modo privado. É um sucesso entre os usuários, tanto que desbancou o Snapchat, rede que inspirou o Stories.

Através desse recurso, é possível acompanhar o dia a dia da empresa, o making off, criando uma aproximação e humanização da sua marca com o público. Dessa forma, os consumidores passam a ver sua empresa de uma maneira mais intimista, estreitando o laço entre vocês.

Um perfil muito bacana que cria Stories leves e informativos, que são interligados, é o da Folha de São Paulo, olha só:

Dica: a partir de 10 mil seguidores, é possível inserir links no Stories, o que é muito bom para a divulgação de vídeos e conteúdo fora da plataforma!

8. Anuncie

Os anúncios pagos são postagens que aparecem para usuários que não são seus seguidores, para aumentar o alcance do seu perfil. No Instagram Ads é possível que você segmente os usuários que podem se interessar pelo seu negócio, para que a

estratégia seja ainda mais certeira e você atinja quem realmente importa para sua empresa.

Eles podem ser feitos de diversos formatos e devem aprimorar a experiência do usuário. O bacana é que o Instagram permite interação do usuário com o anúncio, até mesmo um feedback sobre ele.

Percebe como o Instagram pode ser uma ferramenta maravilhosa? É uma rede social de registros “instantâneos” (insta). Por ter esse caráter pessoal, acaba aproximando a empresa dos consumidores, com um contato mais direto. Sem contar que imagens têm grande poder na decisão de compra, não é mesmo? Por isso, está esperando o que para criar sua conta no Instagram? E caso a sua marca já tenha uma, verifique se todos os pontos acima de marketing digital estão sendo colocados em prática, ok? 😉

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Gerenciamento de crise nas redes sociais: como fazer

Um bom gerenciamento de crise sempre foi fundamental para qualquer empresa manter uma boa imagem e reputação. Porém, com o crescimento da presença digital dessas empresas, surgiu um plus: saber administrar uma crise nas redes sociais.

Mas o que difere a crise na internet dos outros meios?

1. Os consumidores buscam informações sobre a empresa na internet, como qualidade do serviço, segurança de compra e opinião de outros consumidores satisfeitos ou não;

2. Na internet, as informações se disseminam com uma rapidez e proporção muito maior;

3. As chances de informações falsas se espalharem pela internet são muito maiores, afinal qualquer um pode escrever o que quiser sem supervisão do que está sendo dito;

4. Por trás da tela as pessoas se encorajam a dizer o que querem, inconsequentemente.

Por isso, é importante que a empresa tenha um planejamento estratégico de comunicação e marketing bem definido, para que construa uma imagem e reputação sólida na internet e permita que os internautas identifiquem quando as informações são ou não verdadeiras. Assim como as pessoas reclamam, elas defendem no mundo online, por isso, quanto mais honesto você for com seus clientes, estabelecendo uma relação de confiança, menores os riscos de boatos se tornarem um problema para você.

É importante lembrar que na internet o público é mais exigente e se comunica de forma conectada. Há grupos e sites de reclamações, métodos de avaliação e caixas de comentários. Isso torna a internet como um espaço de crise eminente.

Por exemplo: você prometeu ao seu cliente um prazo de entrega do produto de 5 dias úteis. Se passaram 7 dias úteis e o produto não chegou ainda. Essa já é uma oportunidade de o cliente entrar na sua página do Facebook e fazer uma reclamação, dizendo que sua empresa engana e não cumpre prazos. Pequenas coisas são o suficiente para dar margem para o cliente reclamar, afinal ele sempre tem razão.

Ou não.

Há muitas crises que surgem com base em boatos, por isso, verdade ou não, sua empresa precisa ter planejamento e uma equipe preparada para lidar e resolver qualquer situação adversa o quanto antes.

Agora vamos lá! Como devemos gerenciar crise de imagem e reputação nas redes sociais? Algumas dicas e conceitos, são fundamentais:

1. Monitore a rede: monitore o que estão falando sobre sua empresa em sites, grupos e redes sociais. Menções e hashtags ajudam a encontrar com mais precisão e em casos de marcas maiores (com maior volume de menções), já existem aplicativos, softwares e programas que tornam esse processo de monitoramento muito mais simples e de fácil visualização;

2. Tenha uma equipe de resposta à crise: tenha pessoas especializadas e treinadas para responder com autoridade e rapidez as questões que surgem na internet, identificar boatos e resolver o problema exposto da melhor maneira possível. Lembre-se que a resposta pode, ao invés de resolver, afundar ainda mais;

3. Combata a crise onde ela surgiu: se sua empresa teve uma crise que se iniciou no Facebook, não adianta combatê-la no Jornal Nacional ou no Twitter. Desta forma, você não vai atingir o público que teve acesso à crise e pode dar a ela uma proporção ainda maior. A primeira resposta deve ser sempre no canal em que a crise começou. Vá por partes!;

4. Reconheça o erro e se desculpe: não culpe o cliente ou diga que o erro é dele. Bater de frente pode aumentar ainda mais o problema. Seja transparente, se o erro não for seu, diga que irá entender o que aconteceu, mas nunca tire o corpo fora do problema. Mostre ao cliente que a empresa está realmente empenhada em resolver para que ele fique satisfeito. Além disso, peça desculpas pelo transtorno, isso tende a ter respostas positivas dos clientes. Afinal, o seu objetivo não é brigar e sim, apaziguar e descomplicar a situação;

5. Haja rapidamente: lembre-se que a internet é imediatista e a demora pode aumentar as proporções do problema. Mesmo que não tenha uma solução inicial, responda que reconhece o erro e irá tomar as providencias necessárias o quanto antes;

6. Tenha uma mensagem principal definida: crie cerca de três mensagens diferentes definidas, para tipos de situações e veículos. Não mensagens automáticas, mas pré-definidas para guiar o responsável no momento de resposta;

7. Leve a conversa para fora das redes, se for preciso: caso perceba que o cliente está irredutível e causando uma proporção desnecessária ao acontecido, passe um e-mail ou telefone para que ele entre em contato;

8. Informe os funcionários: eles são poderosos porta-vozes da sua empresa, por isso informe a todos o que está acontecendo para que eles estejam do lado da empresa e saibam lidar com possíveis ”surpresas”.

Nada melhor para um bom gerenciamento de crise do que atenção, honestidade e transparência. Tudo que é dito aos clientes deve ser verdadeiro. Cumpra o que você promete para que tenha clientes satisfeitos! Desta forma, os fãs da sua marca a defenderão quando necessário!

E não se esqueça: nenhum problema é pequeno demais que não possa prejudicar sua empresa, então não subestime o poder dos seus clientes, principalmente na internet. Dê atenção a toda e qualquer situação! 🙂

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Marketing digital: ações que vão te ajudar a lucrar mais no natal

Quem trabalha com comércio sabe que ele é feito de temporadas e está sempre à frente do período atual, pensando na próxima campanha e nas ações sazonais. Carnaval pensando na páscoa, páscoa pensando no dia das mães e assim por diante. As datas comemorativas são a grande oportunidade de vendas, principalmente no fim do ano. O natal é a época mais lucrativa do comércio, seja ele físico ou eletrônico, porque todo mundo tem alguém para presentear nesse período, não é? Em 2016, o faturamento de vendas online no natal chegou a R$7,7 bilhões no Brasil. Segundo o Google, o e-commerce deve dobrar a participação do faturamento no varejo até 2021. Isso significa que mais pessoas comprarão pela internet. E o que sua empresa está fazendo para aumentar as vendas online neste natal? O marketing digital é uma ótima alternativa, sabia?   

Ao entender como funciona a estratégia de marketing digital, você conseguirá aumentar sua lucratividade neste período, olha só:   

1. Crie Landing Pages e pop-ups  

Para uma boa campanha de natal, é fundamental que você gere leads através de landing pages específicas de natal. Assim você conseguirá nutrir os leads interessados na campanha e captar as informações necessárias para esta ação sazonal. 

landing page

Existe, também, a possibilidade de criar pop-ups estratégicos em páginas específicas, como a home e as páginas de produtos promocionais de natal. Mas cuidado com o excesso, evite pop-ups muito invasivos que atrapalhem a experiência do usuário. Isso fará com que ele saia do seu site e migre para outro. 

Lembre-se: sempre ofereça algo em troca pelas informações do contato, como cupons, promoções e etc, para que ele se sinta atraído em preencher a landing page e/ou o pop-up.

pop-up

2. Se relacione com os leads  

De nada adianta capturar os contatos, se você não se relacionar com eles. Use o disparo de e-mail marketing, prepare o discurso e como será essa abordagem especial de natal. Planeje com antecedência como serão suas campanhas de e-mail.  

Personalize a mensagem com as informações oferecidas pelos leads, segmente, faça ofertas e humanize o conteúdo do e-mail. As pessoas tendem a ignorar mensagens que sejam vendas escancaradas. O ideal é você persuadir o cliente a entender que precisa da sua empresa, sem que ele perceba isso. Esse é o papel do Inbound Marketing.  

3. Invista em mídia paga 

Os principais tipos de mídia paga para apostar são: 

Redes sociais: marketing no Facebook é um grande aliado, afinal são 117 milhões de brasileiros ativos na rede social. Sua empresa precisa estar conectada, porque, provavelmente, todos seus clientes potenciais se encontram lá.

Mecanismos de pesquisa: o Google Adwords é muito eficaz, por ser do site de buscas mais usado no mundo, com cerca de 100 bilhões de pesquisas por mês. Ele permite diversos tipos de anúncios, dentro dele mesmo e em sites parceiros cadastrados no Google Adsense.  

Os tipos de anúncios mais populares são: search (relevância no ranking de pesquisa no Google); campanha de display (banners da sua empresa em sites parceiros do Google através da segmentação de público-alvo) e remarketing (rastreamento do Google das pessoas que já acessaram seu link, para que seu banner “persiga” essas pessoas).  

É muito indicado por ser mais abrangente e não ser tão limitado como o Facebook, cujos anúncios aparecem apenas dentro da rede social. 

A mídia paga requer um investimento menor em relação aos outros tipos de mídia, com um retorno relativamente grande e mensurável, ao contrário da mídia offline, por exemplo, na qual não é possível saber quantas pessoas tiveram acesso àquilo, sem um estudo de campo complexo.  

Se você souber filtrar bem quem quer atingir, chegará às pessoas certas para comprar seus produtos e/ou serviços.  

Ho ho ho. O Papai Noel está chegando! Pronto para vender mais com o marketing digital?  

 

marketing digital ações para aproveitar ao máximo o marketing no Natal

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Black Friday: 5 dicas para comprar na internet

Black Friday é uma tradição americana na qual o comércio entra em saldo na última sexta de novembro, dando início às compras de natal. O nome se dá porque, depois de um ano de grandes perdas e com as contas no “vermelho”, a época natalina vem com descontos para deixar os números “pretos” de novo, ou seja, positivos. Essa é uma das diversas explicações para o nome.  

A primeira Black Friday no Brasil foi em 2010, totalmente online. O faturamento no comércio foi de R$770 milhões em 2013 e R$1,2 bilhão em 2014, apenas em compras na internet! Loucura, né?  

Apesar de ser uma data muito bacana, com diversos tipos descontos, é preciso tomar alguns cuidados ao comprar na internet. A euforia acaba fazendo com que algumas pessoas esqueçam desses cuidados e acabem se arrependendo depois. 

1.Identifique a segurança da página 

black-friday-site-seguro

Segundo a lei, a loja online deve disponibilizar em local visível o CNPJ, endereço físico e número do telefone.  Geralmente sites seguros têm o “certificado de segurança”, que é um cadeado na barra de endereço. Além disso, pesquise a reputação da loja na internet em sites de reclamação e grupos no Facebook, por exemplo.  

2. Preste atenção ao pagamento e às condições de troca 

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De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, em compras na internet o consumidor tem até 7 dias para se arrepender e devolver o produto, recebendo o valor integral da compra de volta. Guarde sempre a nota fiscal, ela é seu comprovante, e evite boletos. Pague no cartão, de preferência em sites seguros, como o PayPal, por exemplo, para evitar roubo e clonagem. 

3. Pesquise em modo anônimo 

black-friday-sites-seguros

O algoritmo de busca se baseia no seu histórico de busca como um problema, e apresenta soluções para ele. Você já pesquisou sobre câmeras e “coincidentemente” apareceram várias ofertas de câmeras para você? Algoritmo. Algumas empresas usam isso para perceber o quanto você quer aquele produto e apresentar ofertas com preços mais elevados. Para evitar isso, pesquise no modo anônimo (Ctrl + Shift + N no Google Chrome).   

4. Desconfie de ofertas muito vantajosas 

Descontos muito grandes podem significar fraude ou produto de má qualidade, por isso se atente a isso e sempre olhe os comentários e avaliações para ver se é real.  

5. Cuidado com roubo de dados de vírus 

Evite fazer comprar usando um wi-fi público, pois ele não tem recursos adequados de segurança. Além disso, certifique-se de que o antivírus da sua máquina está atualizado e tome cuidado ao clicar em links ou downloads. Qualquer ação insegura pode resultar em roubo de dados e, como você está lidando com seu dinheiro e inserindo dados do seu cartão, o prejuízo pode ser muito maior do que imagina! 

Seguindo essas dicas, você vai aproveitar o Black Friday com muito mais segurança! Pronto? Vamos às compras! 😉  

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Leads: Como gerar pelo Facebook

Você sabia que o Facebook pode ser uma máquina de geração de leads se você atrelá-lo a uma boa estratégia de produção de conteúdo?  

Você precisa produzir conteúdo de qualidade em algum espaço, o melhor é começar com um blog* (aqui eu te ensino a criar um, mas o Facebook pode ser um grande aliado. Atualmente, 117 milhões de brasileiros possuem conta na rede social, que soma 2 bilhões de usuários ao redor do mundo! Sem dúvida, no Facebook há uma grande concentração de clientes em potencial, por isso, com a estratégia correta, é possível transforma-los em leads!  
Mas antes, vamos entender melhor o que é um lead?

Os LEADS são os contatos qualificados de uma pessoa ou empresa. Ele demostrou em algum meio que está interessado no seu produto ou serviço. 

Lead gerado significa que um usuário que forneceu as informações para contato em troca de algo oferecido pela empresa, como um ebook, por exemplo. Depois que o cliente em potencial fornece essas informações pela primeira vez, ele é convertido em lead e entra no funil de vendas, se tornando uma oportunidade de negócio, já que demonstrou interesse por algo eu sua empresa ofereceu a ele.


Durante todo o funil, você vai nutrir esse lead com informações através da automação de e-mail marketing, para que ele se relacione cada vez mais com sua empresa e possa vir a comprar ao final da jornada de compra.    

Há várias formas de gerar leads, a mais comum é a landing page (saiba mais aqui!). LANDING PAGE é a página de entrada ou de captura por onde o visitante chega até um site. É através dela que conseguimos captar as informações que buscamos dos nossos potenciais clientes.

FACEBOOK LEAD O QUE É MARKETING

Como nas redes sociais é possível estreitar as ações para públicos mais específicos, as chances de atingir pessoas que têm afinidade com sua empresa e podem comprar são muito maiores! Quando você anuncia em redes sociais e faz ações corretas para esse público específico, a quantidade de leads de qualidade que podem ser gerados é absurdamente alta! 

Quer saber como? 

Leads a baixo custo 

Produza conteúdo de qualidade, de preferência gratuitos, como: 

  • Ebooks; 
  • Whitepapers; 
  • Webinars (Dica: Produza webinars tirando as principais dúvidas dos seus clientes já ativos); 
  •  Blog posts; 
  • Vídeos; 
  • Checklists; 
  • Listas; 

FACEBOOK LEAD O QUE É MARKETING

Lembre-se de otimizar corretamente a sua campanha! Por exemplo, se você não possui um blog responsivo**, não deixe o anúncio rodando em dispositivos móveis, desative essa opção. Segmente muito bem as suas campanhas, isso vai te ajudar a investir e atrair apenas tráfego que vai gerar possíveis conversões.  

Crie uma oferta bastante atraente, que faça com que o usuário sinta que vai sair perdendo se não aproveitar aquela oportunidade, como por exemplo: “por tempo limitado”, “só hoje”, “aprenda agora e deixe de perder tempo”, “GRATUITO” enfim, há várias maneiras de criar ofertas atraentes! Basta usar a imaginação e se colocar no lugar do cliente. O que é atraente pra você? O que é invasivo e comercial demais? Pense sempre na experiência do usuário, já que você também é um. 

**Blog responsivo é aquele que possui um layout que se adapta automaticamente para desktop e mobile. O Google leva em consideração o mobile no momento do ranqueamento, sem contar a maioria dos usuários acessam a internet pelo celular!  

Long Tail 

Long Tail ou ‘cauda longa’ é um termo usado para designar nichos de mercado. O nome faz referência a imagem do formato do gráfico gerado: os produtos mais populares chegam ao topo mas, não ocupam um espaço amplo no mercado enquanto os nichos são pequenos. 

FACEBOOK LEAD O QUE É MARKETING

Trabalhe muito bem na nutrição dos seus leads, crie processos automatizados para que eles sejam bem cuidados e instruídos. Você precisa criar um bom funil de vendas pensando nesses usuários que estão chegando agora. O anúncio menos segmentado, te trará muito tráfego e será seu topo do funil. Com uma boa automação, é possível fazer com que os novos leads cadastrados recebam automaticamente os conteúdos das próximas etapas do funil, estreitando e segmentando cada vez mais, através do e-mail marketing.
Para te ajudar a entender tudo sobre automação, temos um ebook sensacional aqui. Ele vai te ajudar muito!

Trabalhar com long tail é ótimo para gerar audiência, o custo normalmente é baixo (apenas compensa se for realmente baixo). Você terá um bom volume de pessoas lendo o seu conteúdo, se for de boa qualidade você terá uma audiência bem alta com um público bem engajado. 

Você precisa entender que, se você consegue gerar 1 cliente pagante a cada 10 pessoas que acessam o seu anúncio direto, no Facebook você pode gerar muito mais tráfego a um baixo custo.

FACEBOOK LEAD O QUE É MARKETING

Por exemplo, esse mesmo 1 lead pode vir a cada 100 acessos em seu conteúdo. Se você paga o mesmo preço por aquisição ainda compensa, pois você terá muito mais tráfego ao mesmo valor, no caso desta conta você gera 10x mais acessos pelo mesmo valor de aquisição. Assim você gera audiência, educa o mercado e as pessoas vão começar a enxergar muito mais a sua empresa. 

Pixel de conversão 

Ao criar um pixel de conversão e adicioná-lo às páginas do seu site (que possui conversões – como uma página de finalização de compra), você consegue ver quem CONVERTEU pelos anúncios do Facebook. E o pixel vai continuar monitorando as ações das pessoas.
Pense que você não está simplesmente fazendo campanhas para ganhar likes, a intenção é converter! Crie um pixel de conversão e indexe-o em sua página de agradecimento, como por exemplo: “obrigado por se cadastrar”. Assim você consegue medir exatamente as suas conversões. 

Testes A/B 

Faça testes A/B, mensure exatamente o que está convertendo. Muitas vezes uma pequena mudança na cor do Call to Action (chamados para ação) já faz com que você converta mais. Só é possível saber isso testando e percebendo o que funciona melhor para atrair seu público. 

As vantagens de utilizar essas estratégias são:  

  • Gerar muito mais tráfego para o seu site;  
  • Leads qualificados;  
  • Educação do mercado;  
  • Anúncios para um público parecido com o que já consome o seu conteúdo;  
  • Maior conversão de vendas. 

São muitas vantagens, está esperando o quê? 

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E-mail marketing – 10 práticas para melhorar a captura de e-mails

Se você trabalha com inbound marketing e quer que os clientes em potencial acessem seu conteúdo, é preciso ter uma estratégia de e-mail marketing bem direcionada e estruturada. Para isso, você precisa, antes de tudo, aprender a capturar e-mails para que esses clientes em potencial se transformem em leads. Mas antes de mostrar melhor quais são essas estratégias de captação de e-mails, vamos entender melhor o que é e-mail marketing? 

E-mail marketing é todo tipo de comunicação feita via e-mail entre a empresa e o cliente potencial. O maior cuidado a ser tomado é criar e-mails que não pareçam automatizados, mesmo que sejam, para que você não vá parar na caixa de SPAM. O objetivo desses e-mails é aumentar o vínculo com o cliente e agregar informação a ele, como entregar um conteúdo novo e entender do que ele precisa, por exemplo. Lembre-se: o inbound marketing trabalha com atração e relação com o cliente, a venda se torna consequência do processo, ao contrário do outbound, que enxerga a venda como causa de todo processo.  


Através do e-mail marketing é possível usar diversas formas de comunicação de acordo com cada situação, como por exemplo: vendas, conteúdo novo, download, preenchimento de formulário, data comemorativa e etc. Os tipos de e-mail marketing mais usados são:  

  • Newsletter: nutre relacionamento de um jeito leve e próximo, abordando diversos assuntos; 
  • E-mail promocional: não divulga promoções, apenas. Ele promove uma oferta, como conteúdos gratuitos ou um produto em si; 
  • E-mail sazonal: mensagem personalizada em datas especiais, como aniversário e natal, por exemplo; 
  • E-mail de boas vindas: é enviado ao cliente assim que ele se torna lead e a principal função é fazer com que o usuário avance na jornada de compra dele; 
  • E-mail para clientes inativos: faz ofertas interessantes dentro de uma periodicidade adequada para o público em questão. A relevância do assunto aqui é fundamental, assim como uma boa segmentação; 
  • E-mail para ecommerce: fundamental para empresas que trabalham com ecommerce, pois ajuda no relacionamento e aumento da taxa de conversão. Pode ser usado, também, para enviar promoções e mostrar as novidades; 
  • Automação: interação entre empresa e lead, de maneira automatizada. Isso funciona através das ferramentas de captura de e-mails. Cada ação do cliente determina qual será o próximo e-mail que ele irá receber. Lembre-se que é automatizado, mas não robotizado. Deve agregar conteúdo, exclusividade e personalidade. 

Dito isso, é preciso compreender que, para disparar e-mail marketing é necessária uma boa base de e-mails. Uma campanha bem sucedida precisa de uma boa base de contatos – não uma base comprada, porque seu objetivo é vender para a persona ideal, não apenas agregar números à sua caixa de e-mails enviados. E como fazer uma base específica e efetiva de e-mails? Existem algumas formas criativas e gratuitas que podem te ajudar:   

1. Popups 

Pop-ups são aquelas janelas que aparecem na sua tela, ao entrar em um site, geralmente com alguma oferta ou ação para download. É uma ferramenta fundamental para captação de e-mails e conversão de leads, mas é preciso tomar cuidado para não tornar chata a experiência do usuário. Se o pop-up é muito invasivo, repetitivo ou o usuário não conseguir fecha-lo, ele vai sair do seu site. E esse não é o objetivo. Quando feito de forma correta, converte muito, principalmente se você escreve artigos muito específicos com palavras-chave direcionadas para o seu público. Isso faz com que você atraia apenas quem quer realmente ler o seu conteúdo, sendo assim é muito mais fácil de converter isso em um cadastro em sua newsletter, por exemplo. 

2. Otimização de página de confirmação de e-mails 

Essa etapa é muito importante! O primeiro benefício é a inscrição do usuário, podendo explicar a ele visualmente as etapas para realizar essa inscrição. Depois disso, é possível adicionar uma etapa que faça com que o usuário confirme imediatamente a inscrição e logo após isso explicar o benefício de se inscrever em sua newsletter, podendo até oferecer um “up-sell”, como por exemplo: 

“Muito obrigado por se cadastrar, baixe gratuitamente o ebook com as principais práticas em redes sociais”.  

Isso fará com que o usuário se sinta muito mais bonificado por se inscrever em sua newsletter e escolha fazer parte disso. 

3. Fazer o visitante se sentir constrangido caso ele não se cadastre em sua lista 

Faça com que o usuário sinta que está perdendo algo muito importante ao não se inscrever em sua lista de e-mails, como por exemplo:  

“Você vai querer continuar trabalhando 5x mais, se com as técnicas da Kryptonita você pode trabalhar muito menos e ter muito mais resultados?”.  

Parece simples, mas técnicas como essa fazem com que o usuário sinta que está perdendo algo muito valioso. Lembre-se que o objetivo é agregar conteúdo e estreitar o relacionamento. Ele precisa sentir que necessita daquilo e que será vantajoso para ele. 

4. Provas sociais 

Adicione provas sociais em suas páginas de captura, depoimentos de pessoas que realmente tiveram melhorias no trabalho delas a partir do conteúdo disponibilizado por você, por exemplo. Adicione boas provas e provas reais, nada de inventar personagens fictícios, hein? Tente conseguir depoimentos de pessoas importantes no mercado que você atua. Depoimentos falsos falam de resultados falsos, que você não conseguirá proporcionar ao novo usuário. Com isso, as chances dele se decepcionar com seu negócio são muito maiores. Seja verdadeiro para obter resultados verdadeiros.; 

5. Landing pages 

Você precisa testar cores, frases, tipografias, imagens e templates. Otimize as páginas de destino que convertem mais e invista seu tempo reforçando a identidade visual que gera mais conversão em sua página de captura. Uma simples alteração de “azul” para “vermelho” em um call to action, por exemplo, pode gerar 10% mais conversões. Por isso o teste é essencial para entender o que funciona melhor para o seu site e gera mais resultados para o que você procura. 

6. Campanhas integradas com social media 

Faça suas landing pages, artigos, ebooks, “bombarem” nas redes sociais. É lá que os clientes passam a maior parte do tempo, certo? Impulsione publicações com o destino apontado para seu conteúdo produzido e atraia mais visitantes, consequentemente, capture mais e-mails. 

7. Use palavras-chave que despertem desejo no usuário 

Palavras-chave geram ranqueamento do seu site, isso faz com que seu site se posicione melhor nas buscas do Google, de acordo com as regras de SEO (Search Engine Optimization). Palavras-chave mais genéricas geram mais tráfego, porém menos conversão, por isso foque nas mais específicas, que geram menos tráfego porém mais conversão. Isso que importa.  

8. Bônus aos novos assinantes 

Ofereça aos novos assinantes materiais gratuitos, como por exemplo:  

“Baixe agora o ebook GRATUITO sobre as principais práticas que sua empresa deve ter no Twitter”. 

Soa vantajoso para o usuário e aumenta o vínculo dele com sua empresa. 

9. Bônus extras  

Ofereça bônus aos novos assinantes, por exemplo:  

“Baixando este ebook você receberá 14 conteúdos gratuitos de Como criar um funil de vendas muito mais efetivo”. 

Continua vantajoso e ele só terá motivos positivos para continuar acessando seu site. Cada ação dele, é um e-mail capturado para uma nova ação seguinte, garantindo o fluxo efetivo da automação. 

10. Ativar o medo da perda 

Faça com que a pessoa se sinta com receio caso ela não se inscreva em sua lista. Ela precisa sentir que está perdendo o mapa do pote de ouro no final do arco-íris, caso ela não assine agora a sua lista. É preciso criar o desejo e necessidade nela, para que a assinatura seja espontânea, não imposta, proporcionando uma ótima experiência do usuário. 

Ao seguir essas dicas, suas chances de conseguir criar uma boa base de e-mails e rodar sua automação, newsletter ou qualquer outro tipo de e-mail marketing, serão muito maiores e mais efetivas!  

Pronto para começar a capturar? 😉

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Marketing Digital – você está investindo corretamente?

Uma das maiores dúvidas da empresa ao cogitar trabalhar com marketing digital é: quanto e como devo investir? 

Para saber se sua empresa está investindo corretamente em marketing, é preciso que você saiba responder as seguintes perguntas:

1. Como sei se estou investindo corretamente? 

Essa é pergunta de ouro! É a primeira coisa que o cliente quer saber ao contratar uma empresa de comunicação e é a primeira coisa nós pensamos aqui na agência: como vamos mostrar os resultados?  

Isso pode ser guiado pelas seguintes perguntas: 

2. Quanto outras empresas estão gastando em marketing? 

De acordo com um estudo feito pela MarketingCharts.com, nota-se que houve um aumento no investimento nos canais digitais, chegando a 59,7% em e-mail marketing, 53,6% em social media e 51,9% em marketing móvel. 

3. Onde as empresas estão investindo offline e online? 

Segundo um estudo realizado pela  Forrester Research, até 2019 haverá um investimento de US$103 bilhões em marketing digital (o número será maior do que o investimento em mídias tradicionais como TV e rádio). 

4. Quais estratégias e táticas de marketing estão promovendo melhores resultados?  

No estudo mais recente realizado pela  eConsultancy, foram listadas as atividades que mais geram ROI (retorno sobre investimento). No topo dessa lista estão: e-mail marketing (68% dos entrevistados consideram bom para o ROI alto), SEO (67% consideram a otimização boa para o ROI positivo) e Marketing de Conteúdo (63% acreditam que é bom para o ROI alto). 

Depois de definir essas questões, temos que alinhar a expectativa e a realidade e definir indicadores de resultados para cada tipo de serviço e ação. Então, por exemplo: em cada planejamento mensal, definimos um objetivo bem claro. Pode ser número de leads, aumento de taxa de engajamento ou número de vendas (depende do caráter do projeto e estratégias proposta).  

Uma tabela no Excel com números diários, por exemplo, é uma ótima maneira de analisar o desenvolvimento do projeto dia após dia, mês após mês e ir definindo novos objetivos e metas.  

Isso tudo deve ser alinhado dentro do tempo que é definido entre você e sua agência. Além de todos esses indicadores, você vai sentir na prática., com as pessoas comentando, falando e provavelmente, te procurando mais! 


 5. O que seria investir corretamente? 

Para investir corretamente, o primeiro passo é entender sobre o seu negócio. Não é apenas saber o que você vende e o preço. Veja bem, é entender tudo! Sobre o mercado, sobre as tendências, sobre seu ticket médio, concorrentes e todo o resto. 

Só com isso muito bem formulado, é que você vai conseguir traçar uma estratégia para investir corretamente. Afinal, se não sabemos para onde estamos indo, qualquer lugar serve, né não? 

Segundo a Forrester Research: 

  • Até 2019, a otimização de sites continuará representando a maior cota, mas o investimento nas mídias sociais irá crescer mais rápido do que os outros canais digitais;  
  • A publicidade online será o segundo maior investimento no período;    
  • Os investimentos em mídias sociais continuarão crescendo em um panorama geral do investimento online, mas essa área irá representar 15% do total (era 6% em 2014);  

A  CMOSurvey fez um estudo em 2015 analisando o orçamento disponível para marketing de acordo com cada segmento e receita, e chegou ao seguinte resultado: 

Segmento: B2B vs B2C 

  • Empresas B2B de produtos – 7.4% de sua receita; 
  • Empresas B2B de serviços – 8.6% de sua receita; 
  • Empresas B2C de produtos – 9.1% de sua receita; 
  • Empresas B2C de serviços – 9.3% de sua receita. 

Receita e gasto em Marketing 

  • Receita menor de US$ 25 milhões gastam 11.1% com marketing; 
  • Receita entre US$ 26-99 milhões gastam 6.9% com marketing; 
  • Receita entre US$ 100 – 499 milhões gastam 4.5% com marketing; 
  • Receita acima de US$ 500 milhões gastam 7.7% com marketing. 

Assim é possível ter uma base e fazer um comparativo com seu setor e receita, para compreender se está gastando o esperado e devido em marketing.  

6. O que a empresa deve evitar ao investir em marketing digital?  

Um erro muito comum que você pode cometer ao contratar uma agência, é achar que ela vai fazer um milagre na sua empresa e que você não precisa mexer uma palha para obter resultados. 

Você tem um papel muito importante nesse processo. Para fazer acontecer é preciso muito desempenho, de ambas as partes! Por exemplo: imagine que você tem uma marca de roupa. De nada adianta a agência fazer um ótimo trabalho de marketing para você crescer no mercado, se a qualidade da sua roupa for ruim, o atendimento da sua loja for mal feito, se o preço não trouxer um bom custo benefício para o consumidor. Percebe que é um trabalho em conjunto? 

Nós da agência entramos com a expertise em marketing, para te levar clientes em potencial, mas finalizar a venda depende de você também! 😉  

Outro erro muito comum é as empresas enxergarem o investimento em marketing como um gasto. Muitas não valorizam e não percebem a importância dessa área, tanto que, em momentos de crise, é a primeira a sofrer cortes. O que nos leva ao último item. 

7. Porque num momento de crise não podemos parar de investir em marketing digital, como geralmente acontece?  

Você já deve ter ouvido o lema do Marketing: é na dificuldade que se encontra a oportunidade. Na crise, enquanto uns choram, outros começam a vender lenços e a ganhar muito dinheiro com isso! Basta escolher. 

Portanto, você precisa ver o marketing como um investimento, não apenas mais uma despesa. Para isso acontecer, você precisa: 

  • Planejar o investimento em cada ação vinculando um resultado claro a ser atingido pela sua empresa; 
  • Medir esses resultados, através de: Custo de Aquisição de Clientes (CAC), Custo de Aquisição de Oportunidades ou Retorno Sobre Investimento (ROI); 
  • Ter um orçamento disponível para o marketing. 

 Depois de responder todas essas perguntas, analisar todos esses dados e expectativas para o futuro, ficou muito mais fácil para você entender como está investindo no marketing da sua empresa. E isso facilita muito a nossa vida aqui na agência, agora que os pensamentos estão alinhados 🙂
Boas vendas! 

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Omni-channel: por que sua empresa deve atender fisicamente e virtualmente

Omni-Channel. Bonita essa palavra, não? Parece algo muito difícil e complexo, mas não é. Quem trabalha em comércio já deve conhecer o conceito, mas para quem está iniciando agora, é bom explicar a definição desse processo que pode ajudar a aumentar suas vendas. Omni-channel nada mais é do que uma tendência do varejo baseada na convergência entre todos os tipos de canais usados pela empresa.  

Exemplos: – Você comprou um livro através da internet e escolheu a opção de retirar na loja física;
– Você tem um salão de beleza na cidade de Campinas-SP e usa o seu site e o seu Facebook como vitrine a atração do seu público para o atendimento físico.  

Percebe como nesses casos, você pode explorar mais possibilidades de interação?  

Com o omni-channel, o usuário não vai perceber a diferença entre online e offline. Ele integra lojas físicas e virtuais ao consumidor. O cliente pode efetuar os processos de conhecimento, interesse e aquisição seja do virtual para o físico, ou do físico para o virtual, dependendo da necessidade dele. Embora a tendência seja o multicanal, que significa a preferência por compra em plataformas digitais, o ponto físico é muito válido e ele pode ser a chave para a conclusão da venda. 

O local físico necessita de funcionários para atender as exigências e dúvidas do consumidor, no ambiente virtual isso é mais do que necessário. Tanto nas mídias sociais quanto nos sites, um gerenciador de conteúdo e interação com os usuários é fundamental para evitar gargalos, reclamações e soluções de problemas, até mesmo para escutar as demandas e sugestões dos visitantes.  

Digamos que a página inicial e a fanpage do Facebook são “vitrines” das lojas e, elas, assim como o ponto físico, precisam estar cativantes e impecáveis. Para isso, é necessário o trabalho de um social media como produtor, mediador e gerenciador das páginas.  


De acordo com o estudo “Mobile & Online PurchasesCards, Carrier Billing and Third Party Payment Platforms 2015-2020”, serão realizadas em 2018 125 bilhões de transações de comércio eletrônico. O estudo reforça a ideia da valorização do omni channel e modelo de consumo multicanal. Toda a pesquisa tem o objetivo de focar na experiência, atração e atendimento nessas plataformas, com o foco no aumento das vendas.   

  1. Tipos de clientes 

Imagine a seguinte situação: você entra na internet, fica fazendo nada no Facebook, até que se depara com uma loja de roupas. Olha mais fotos da loja, checa os modelos, gosta de alguns, curte a página, favorita e guarda na cabeça para olhar mais tarde e anotar as que gostou.  

Esse tipo de cliente chama-se suspect, ou seja, clientes suspeitos na tradução literal. Eles precisam definir se compram ou não. Eles preferem olhar, pesquisar e observar para depois efetuar a compra. A plataforma precisa ser atrativa para deixar o suspect encantado e com vontade de retornar, dar uma última olhada efetuar a compra. Geralmente, eles preferem ir a um ponto físico para finalizar lá, gostam de ver a roupa ao vivo, provar e etc. 

Para uma definição mais específica, aqui estão os tipos de clientes no processo de compras:  

  • Suspect: aquela pessoa física ou jurídica que é considerada como futuro cliente, porém ainda não efetuou a compra. É considerado como o início de todo processo de compra; 
  • Prospect: O foco é o relacionamento. Ele é como o suspect, entretanto, tem poder de decisão de compra. Conhecendo mais a loja e o produto, a relação aumenta e a atitude de comprar é mais garantida. Ele precisa de um empurrãozinho; 
  • Prospect qualificado: Esse já tem interesse de adquirir os produtos e/ou serviços da loja. Ele solicita orçamento, entra em contato, pede os preços e compara com a concorrência;  
  • Cliente: THE END! Ele comprou. Passou por todo o processo, despertou curiosidade e agora ele está comprando. Esse “funil” é básico e a maioria dos clientes, principalmente os mais exigentes, passam por isso.

    2. Pós-venda
     

Isso é importante. Muito, na verdade! No outbound é comum que esse processo seja feito através do telefone, mas muitos clientes se sentem invadidos ou pressionados com isso hoje em dia. Por isso, no inbound marketing esse processo acontece através de e-mail marketing com mensagens personalizadas, que não vendem de forma descarada e desconfortável e sim agregam informações e atraem o cliente para a oferta dada, por livre e espontânea vontade. É preciso que você saiba qual é a forma que sua persona mais se sente confortável. Entenda melhor essa e outras diferenças entre inbound e outbound no contéudo.

         3. Ponto físico como parte final ou inicial da venda 

Mesmo que seu foco seja concluir a venda dentro da plataforma, ou levar de uma mídia social a outra, é preciso ter atenção às pessoas que gostam de pontos físicos. Não esqueça de produzir conteúdo para essas pessoas em destaque. Elas podem fazer a propaganda dentro das plataformas sociais, o que seria o famoso boca a boca da era moderna! Sem contar que lojas virtuais são muito úteis para clientes que moram longe da sua loja física, né?  

Entendeu a importância do Omni-Channel? Ele amplia horizontes, cria possibilidades que facilitam e agregam para seu negócio. Se você tem apenas um dos canais, experimente gerenciar também o outro e apostar nele, pois ambos funcionam ainda melhor juntos. 

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