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Contra os “invisíveis”

ATENÇÃO: Este post não é um protesto contra mutantes com habilidades de invisibilidade. Relaxa, mano. wig4 giphy Já trabalhei para uma empresa familiar, em que o pai era conselheiro e atuava junto com o filho, que era dono do negócio. O empresário me contratou para fazer um trabalho de social media para ele, pois seu objetivo era mostrar o trabalho dos funcionários, assim como o ramo do negócio, como também estreitar uma parceria com uma multinacional, através da divulgação das marcas. O trabalho ia ficando excelente e arrojado, mas  o “conseheiro” achava besteira e inútil o serviço, que não precisava de site, fan page ou qualquer outro recurso, que o boca-a-boca dava conta do recado. Resultado? O filho acatou os conselhos do pai e acabou o serviço. failgif7 Tudo bem, por mais que estamos trabalhando há alguns anos com essas plataformas, investindo em atração, prospecção, divulgação, convergências e formas de unir o espaço físico com o virtual, ainda temos uma camada da população que acredita na forma tradicional de trabalhar a comunicação, estreitando o campo para anunciar em jornais impressos, rádio, banners colocados em praças, prédios públicos e comerciais e padarias. O meio virtual é um site com telefone (muitas vezes desatualizado), endereço e o slogan da empresa.   É um direito da empresa e do seu gestor não querer investir no ramo e achar que ele mesmo dá conta do cargo, seja por ter muitos contatos, pelo negócio apresentar no seu ponto físico um lucro satisfatório, pelos próprios empregados fazerem o boca a boca da empresa, ou por simplesmente acharem besteira. Sim, eu já ouvi isso.   Mas uma coisa eles estão deixando passar: INTERAÇÃO.   Há duas décadas atrás, tínhamos uma massa passiva, que recebia a informação e respondia ela de forma receptiva, que acatava as ordens, pedidos e influência dos veículos de comunicação. Não havia uma forma de responder a altura os canais de mídia, senão as famosas “cartas” que eram endereçadas aos programas, que eles mesmo selecionavam. Agora, temos não apenas receptores, como emissores de conteúdo, pessoas como eu e você que podem responder e até alterar a forma como uma mensagem é passada. Não podemos negar que a mídia de massa impõe sobre conteúdo sobre a população, mas ela está sujeita a respostas, seja ela positiva ou negativa.   Temos aqui um pequeno clipping que prova isso: http://www.infobrasil.inf.br/noticia/empresarios-investem-cada-vez-mais-em-redes-sociais http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI124097-17171,00-AS+VANTAGENS+DO+USO+DE+REDES+SOCIAIS+NAS+EMPRESAS.html http://www.emarket.ppg.br/motivos-empresa-investir-marketing-nas-redes-sociais/ http://www.hojeemdia.com.br/noticias/ci%C3%AAncia-e-tecnologia/profissionais-da-rede-empresas-investem-em-midias-sociais-mas-qualificac-o-e-desafio-1.9792   Se o seu negócio é inerte a isso.e passa despercebido a qualquer forma de interação, talvez suas chances de saber a opinião dos seus clientes, de expandir seu negócio para outros territórios, de fazer pessoas conhecerem seu produto ou atrair parcerias e buzz para sua marca são mínimas, microscópicas. Não estamos falando apenas de “aparecer”, mas atrair investidores, clientes, credibilidade e reputação. O negócio completo. E claro, garantindo transparência  e forma de atender as demandas e sugestões do seu grupo. Vamos sair do campo de força e abrir as portas para o que as mídias digitais tem a oferecer? 

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