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Rapidinhas de sexta #1

Calma, não vai ser um post (+18). Não precisa imaginar o som do sax do Kenny G.

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Toda sexta-feira vamos reunir cinco notícias envolvendo marketing e social media que são relevantes para o seu conhecimento e, de uma forma rápida, informar você sobre o que acontece nesses nichos. É o Fast News  começando: 

Icônico Super Bowl

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Tendo a segunda maior audiência da história com 49 pontos (com pico no momento do hino nacional), o evento de maior audiência dos Estados Unidos deu o que falar por vários motivos, sendo o maior deles pela apresentação da cantora (diva) Beyoncé, que fez um manifesto contra o racismo durante o show do intervalo, causando a ira de políticos conservadores que querem até fazer boicote dos shows da sua próxima turnê “Formation”, também nome da sua nova música. Mas o Super Bowl foi o momento de mostrar novidades, principalmente no cinema, com trailers e comerciais robustos para abocanhar o máximo possível de espectadores. Para quem não sabe, 30 segundos de anúncio custam APENAS cinco milhões de dólares, um aumento de 30% nos últimos três anos. Baratinho, não?

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O bacana de se ver é o Super Bowl dividindo atenções nas mídias sociais com as marcas que patrocinam e anunciam no evento, criando campanhas, anúncios e utilizando ferramentas ligando o evento com seus produtos, assim como a Coca-Cola, Pepsi, Kia Motors, Taco Bell e outras. É como se a partida fosse um centro de mídia e as marcas se divulgando em torno dela. A Forbes divulgou o ranking das marcas que mais ficaram no topo nas plataformas, ganhando a barra de chocolate Snickers e o estúdio Disney, em consequência dos trailers de Mogli- O menino lobo e Capitão América 3 – Guerra Civil, além da sua parceria com a Coca.

ASUS e um brasileiro

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Pela primeira vez na história da empresa ASUS, especialista em fabricação de hardwares e computadores, um brasileiro vai ocupar o cargo de head na divisão de marketing da América do Sul. Marcel Campos também será o responsável pela gestão do marketing nos negócios mobile da empresa na Índia. A expansão da empresa também com a novidade da criação da divisão mobile sul-americana, tendo Marcel como líder de 30 profissionais no Brasil e Colômbia, além da parte indiana. Ele faz parte do quadro de funcionários da ASUS desde 2008.

 

Uber de cara nova

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O preto e branco do Uber acabou. O aplicativo de transporte que até hoje causa polêmica no Brasil, anunciou essa semana uma mudança visual na plataforma, abusando das cores e de um novo logotipo. A necessidade, segundo Travis Kalanick, CEO e co-fundador da empresa é deixar de ter uma aparência mais “fria” e se conectar com os países onde o app está funcionando, através do colorido que simboliza cada território. A troca de ícone está acontecendo, mas ainda não se sabe se os carros precisaram de novas adequações.

 

Clube da Alice

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Uma ideia de reunir amigas em Curitiba num grupo criado no Facebook resultou em geração de renda, empregos, dicas para o lar e  troca de informação para mais de 119 mil mulheres. Trata-se do “Clube da Alice”, que divulga o trabalho ou serviço de suas integrantes, sejam elas na mesma cidade ou até mesmo fora do país. A ideia já inspirou uma peça de teatro curitibana e até a criação de uma corrida feminina. As organizadoras Luciana Picanço, Thayza Mello, Mônica Berlitz e Georgete Zelazowski não permitem a entrada de homens no projeto.

 

Contra o Estado Islâmico

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A luta contra o maior grupo terrorista da atualidade ganha mais um aliado. Depois de um grupo de ex-escravas sexuais serem treinadas para se “vingarem” após dias de tortura, o Facebook resolveu entrar na briga e está pagando para membros desligados de grupos extremistas criarem contas falsas para enviar mensagens privadas aos integrantes do Estado Islâmico, com o intuito de causar desinformação e frear o seu avanço. Pagando dois mil dólares e 200 de créditos em anúncios, a mídia social montou uma parceria com o Departamento de Estado e a consultoria Edventure para criar uma competição com faculdades de todo o planeta para produzir mensagens que combata o extremismo. Além disso, Mark Zuckerberg e sua empresa financiaram campanhas de até  US$ 1.000 contra-oradores.      

That’s All Folks! A gente se vê na próxima sexta com mais rapidinhas. Bora tirar a roupa.

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