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Social Media da educação infantil até o ensino superior

É um trabalho árduo, cheio de deadlines, tipos de linguagem e conteúdo, mas, no final, o resultado é ultra satisfatório. Para profissionais de comunicação que atuam na área de educação, seja em secretarias da prefeitura, na superintendência regional ou estadual de ensino, faculdades, universidades ou no ministério da Educação. O Social Media precisa ser delicado, preciso, explicativo e entreter não apenas professores e pais, mais os alunos, independente da sua idade.

 

É preciso haver uma sinergia entre a equipe de comunicação e o órgão que administra a área educacional, lhe passando calendários de eventos, mudanças no ensino, reuniões, inaugurações e ações sociais e pedagógicas que visam atender a população, a unidade de ensino e os estudantes. No caso de ensino público (educação infantil, anos iniciais, finais, Ensino Jovens e Adultos, etc), precisa haver um “porta voz” de cada setor para informar todos os compromissos daquela equipe, como o por exemplo o time que cuida do transporte escolar, matrículas, saúde escolar, de apoio aos professores, formação continuada, etc.

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Já no ensino superior, a projeção de trabalho costuma ser híbrida entre a equipe de comunicação da instituição com uma equipe organizada pelos próprios alunos. Acaba sendo um benefício para ambas as partes: os universitários de comunicação acabam ganhando experiência na área e a instituição mantém seu fluxo de informações, divulgação e eventos com menos custos.

Para todos os públicos

Estudantes, pais, funcionários, instituição e a comunidade local. O profissional de comunicação precisa ter de adequar seu conteúdo para atender as demandas dessas camadas sociais. E não pense que basta um site e uma Fan Page para saciar as necessidades. É muito mais.

Estando num ambiente de atendimento público, ou seja, para escolas municipais ou estaduais, em todos os níveis educacionais, além do site com seus releases e o trabalho de assessoria, requer uma área onde a produção das unidades de ensino e os alunos seja evidenciada, seja pela administração de um blog ou canal no YouTube, separadas pela identidade da unidade e seus estudantes. Valoriza o trabalho do docente, engrandece o empenho dos alunos, que irão retribuir isso em sala de aula e a gestão da Secretaria de Educação e sua equipe são bem vistas pela ação “Canal Escola”.Os pais não podem ser esquecidos e merecem uma área onde documentos, lembretes (cadastramento escolar, matrícula, transporte, saúde, reuniões, etc) e avisos importantes estejam nessa plataforma e que sirva como a sua “agenda virtual” para acompanhar a vida escolar dos filhos.

Dessa produção e manutenção das plataformas, podem sair projetos grandiosos, como lançamento de livros produzidos pelos alunos e financiados por leis de incentivo à cultura, exposições, festas, apresentações de ações culturais como dança, música, teatro, documentários, etc. As oportunidades são infinitas.

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No âmbito universitário, a situação se assemelha na questão do incentivo e da participação dos alunos, mas o objetivo aqui é somado à produção de portfólio dos estudantes, no aprendizado do ofício da comunicação e de terem base para trabalharem com isso no futuro, seja por meio de estágios, freela ou emprego. É claro que os canais precisam estar abertos e alimentados pelo conteúdo da faculdade e da produção universitária, mas precisa haver o estímulo dessa produção, sobretudo instalações adequadas, profissionais coordenadores experientes e material de apoio textual e audiovisual.

Sendo tudo alinhado, a equipe de comunicação não apenas informa cada camada envolvida, mas transforma e evolui o pensamento pedagógico, estimula a produção por parte dos aprendizes e garante o retorno para a educação. Todos saem ganhando.

 

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